Estiveram reunidos educadores, lideranças governamentais e comunitárias envolvidas nos programas de educação para a paz nas escolas e nas famílias em várias cidades do território nacional que puderam compartilhar experiências vividas nas ações de educação para a paz, avaliar o desempenho de educadores, alunos e seus familiares e propor ações de aperfeiçoamento.
O Fórum serviu também para a construção da Carta do Rio de Janeiro para a Cultura de Paz e Não-Violência, documento de difusão geral para todos os educadores, lideranças políticas e comunitárias.
Programação – Vários temas foram tratados por renomados especialistas durante os dois dias do encontro. Após a abertura, o especialista em inteligência e cognição, Celso Antunes, falou sobre alfabetização emocional. Em seguida, Ubiratan D’Ambrósio, professor emérito da Universidade Estadual de Campinas e que recebeu o prêmio Nobel da Paz expos “A ética maior: solidariedade, respeito e cooperação”.
O tema ‘Mais educação, menos violência. Ação que educa para as emoções e para a Paz’ ficou sob a responsabilidade de Jacqueline Moll, diretora de Educação Integral, Direitos Humanos e Cidadania da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade.
“A educação e o processo de pacificação do Rio de Janeiro” foi colocada pela secretária municipal de Educação do Rio de Janeiro, Cláudia Costin. O fundador e orientador do Programa Educação para a paz nas escolas e nas famílias, João Roberto de Araújo, expos os fundamentos, os processos de implantação e os avanços do programa. Explicou ainda como funciona o ensino a distância da Liga pela Paz
O coordenador geral do programa Escolas do Amanhã, André Ramos, abriu as explanações de sexta-feira (17), apresentando como funciona o programa no Rio de Janeiro. Em seguida, foram mostradas as experiências vivenciadas em Sud Mennuci , Pereira Barreto , Porto Alegre, São Luís do Maranhão, Manaus, Cuiabá, Porto Velho, Belo Horizonte, João Pessoa-Paraiba, Santana do Ipanema e Boca da Mata (AL), de Ribeirão Preto (SP), Itapagi e Frutal (MG), Uberlândia (MG).
O Fórum serviu também para a construção da Carta do Rio de Janeiro para a Cultura de Paz e Não-Violência, documento de difusão geral para todos os educadores, lideranças políticas e comunitárias.
Programação – Vários temas foram tratados por renomados especialistas durante os dois dias do encontro. Após a abertura, o especialista em inteligência e cognição, Celso Antunes, falou sobre alfabetização emocional. Em seguida, Ubiratan D’Ambrósio, professor emérito da Universidade Estadual de Campinas e que recebeu o prêmio Nobel da Paz expos “A ética maior: solidariedade, respeito e cooperação”.
O tema ‘Mais educação, menos violência. Ação que educa para as emoções e para a Paz’ ficou sob a responsabilidade de Jacqueline Moll, diretora de Educação Integral, Direitos Humanos e Cidadania da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade.
“A educação e o processo de pacificação do Rio de Janeiro” foi colocada pela secretária municipal de Educação do Rio de Janeiro, Cláudia Costin. O fundador e orientador do Programa Educação para a paz nas escolas e nas famílias, João Roberto de Araújo, expos os fundamentos, os processos de implantação e os avanços do programa. Explicou ainda como funciona o ensino a distância da Liga pela Paz
O coordenador geral do programa Escolas do Amanhã, André Ramos, abriu as explanações de sexta-feira (17), apresentando como funciona o programa no Rio de Janeiro. Em seguida, foram mostradas as experiências vivenciadas em Sud Mennuci , Pereira Barreto , Porto Alegre, São Luís do Maranhão, Manaus, Cuiabá, Porto Velho, Belo Horizonte, João Pessoa-Paraiba, Santana do Ipanema e Boca da Mata (AL), de Ribeirão Preto (SP), Itapagi e Frutal (MG), Uberlândia (MG).

