A Luva Lulu é feita à imagem e semelhança da mão, sem a mão ela é vazia e inútil. Do mesmo modo não podemos permitir que a nossa vida se torne inutil e vazia,ao contrário precisamos preencher nossas vidas com coisa úteis tais como AMOR, UNIÃO, PAZ...
Um dia as crianças aprenderão palavras que elas não compreenderão. As crianças da India perguntarão: "O que quer dizer fome?" As crianças do Alabama perguntarão: "O que é segregação racial?" As crianças de Hiroshima perguntarão admiradas: "O que é a bomba atômica?" E as crianças do resto do mundo perguntarão: "O que é guerra?" Tu lhes dirás então: "São palavras que não se empregam mais. Palavras que não tem mais significado. É por isso que foram tiradas dos dicionários" (J. Audinet)
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
22 a 26/11 SEMANA DE PAZ EMEI - ENCERRAMENTO
A Luva Lulu é feita à imagem e semelhança da mão, sem a mão ela é vazia e inútil. Do mesmo modo não podemos permitir que a nossa vida se torne inutil e vazia,ao contrário precisamos preencher nossas vidas com coisa úteis tais como AMOR, UNIÃO, PAZ...
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
terça-feira, 23 de novembro de 2010
PROJETO UCA E EDUCAÇÃO PARA PAZ
Troca de afetividade, segurança, desenvolvimento da criatividade, da linguagem, e da imaginação estímulo para a futura leitura bem como para pessoa imaginativa. Esses são apenas alguns dos benefícios que o contar e ouvir histórias oferecem às crianças. Enfim...momentos eternos de PAZ...
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
APA-EMEI - PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA
"Se é mister que de peitos valentes
Haja sangue em o nosso pendão,
Sangue vivo do herói Tiradentes
Batizou este audaz pavilhão!
Mensageiros de paz, paz queremos,
É de amor nossa força e poder
Mas da guerra nos transes supremos
Heis de ver-nos lutar e vencer!"
Haja sangue em o nosso pendão,
Sangue vivo do herói Tiradentes
Batizou este audaz pavilhão!
Mensageiros de paz, paz queremos,
É de amor nossa força e poder
Mas da guerra nos transes supremos
Heis de ver-nos lutar e vencer!"
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
UM NOVO OLHAR...
A arte de ser feliz
Houve um tempo em que minha janela se abria
sobre uma cidade que parecia ser feita de giz.
Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,
e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde,
e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.
Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse.
E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiroem flor.
Outras vezes encontro nuvens espessas.
Avisto crianças que vão para a escola.
Pardais que pulam pelo muro.
Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.
Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.
Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.
Ás vezes, um galo canta.
Às vezes, um avião passa.
Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.
E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,
que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem,
outros que só existem diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.
sobre uma cidade que parecia ser feita de giz.
Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,
e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde,
e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.
Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse.
E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro
Outras
Avisto crianças que vão para a escola.
Pardais que pulam pelo muro.
Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.
Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.
Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.
Ás vezes, um galo canta.
Às vezes, um avião passa.
Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.
E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,
que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem,
outros que só existem diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.
(Cecília Meirelles)
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
REUNIÃO DE PAIS - CEI BANDEIRANTES
domingo, 7 de novembro de 2010
DÉCADA DA CULTURA DE PAZ
O encerramento da Década Internacional da Promoção da Cultura de Paz e Não Violência em Benefício das Crianças do Mundo (2001-2010) será celebrado, no Brasil, durante o 85º e último Fórum do Comitê Paulista para a Década da Cultura de Paz, em São Paulo.
85º Fórum do Comitê Paulista para a Década da Cultura de Paz
Data: 09/11/2010, às 19h
Local: Auditório do Museu de Arte de São Paulo (MASP), Avenida Paulista, 1578 – São Paulo/SP – (Estação Trianon-MASP do Metrô)
Informações: Palas Athena – (11) 3266-6188
Data: 09/11/2010, às 19h
Local: Auditório do Museu de Arte de São Paulo (MASP), Avenida Paulista, 1578 – São Paulo/SP – (Estação Trianon-MASP do Metrô)
Informações: Palas Athena – (11) 3266-6188
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
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